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Fomos passar o dia entre Rethymnon e  Heraklion e na volta nos perdemos, foi assustador! Leiam no final…

Rethymnon tem aproximadamente 40.000 habitantes e uma das cidades antigas venezianas mais bem preservadas da ilha de Creta. Os seus edifícios do século 16 são exemplos impressionantes de arquitetura antiga e a Fortezza monolítica (Fortezza, é um dos castelos mais bem preservados em Creta) reflete tanto as influências européias e árabe.

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Pequeno porto de Rethymnon (photo interkriti)

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Portão do castelo Fortezza (photos wikipedia.org)

Em Rethymnos percorremos diversas ruas, entravámos e saíamos de lojas para todos os gostos. Não pudemos deixar de comprar casacos de frio e jaquetas pelos preços serem bastante em conta!

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Heraklion é a capital administrativa da ilha de Creta. É uma das maiores cidades da Grécia. Tem aproximadamente 140.000 habitantes. Seu desenvolvimento começou no início do século 9 (na Antiguidade, Knossos era o centro mais importante da ilha, seguida por Gortyn). Em tempos posteriores, Heraklion ficou sob o domínio árabe, veneziano e otomano.

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Heraklion. vista noturna do harbor

Entre os pontos turísticos mais marcantes da Heraklion estão as muralhas da fortificação que delimitam a “cidade velha”.

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Aí também teve visita a Museu….rsrsrs…não podia deixar de ser, já que meu marido é apaixonado por arqueologia. Há vários museus, acho que uns 9 (nove) mas visitamos o Museu Arqueológico de Heraklion.

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Museu Arqueológico

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E no final de um longo dia, estávamos famintos e paramos para um jantarzinho, apreciando a vista e sintindo a brisa que vinha do porto. Foi a primeira vez que comi carne de cabra! e eles preparam de uma maneira tão saborosa, que não consegui entender porque tinha aversão em sequer provar!

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Bem, depois de termos abastecido o nosso estômago iriamos pegar a estrada e voltar para Chania, pois era relativamente perto. Mas, meu amado, como sempre, gosta de se aventurar…confesso que gosto também, mas de dia, pois à noite “todos os gatos são pardos”. Notamos que precisávamos de gasolina e ao invés de pararmos na cidade e encher o tanque, ele disse: – paramos e abastecemos no caminho. Só que não tem essa de posto no caminho, tínhamos esquecido disso.

Bom, o jeito era pegar um atalho (segundo o mapa, pois não tinha GPS) para chegarmos a um vilarejo próximo. E que atalho foi esse, que só fazíamos subir montanha. De um momento para o outro o cenário se tornou totalmente diferente. Chegando lá em cima foi que a adrenalina subiu. Percebemos que estávamos em uma estreitíssima estrada de terra que parecia nos levar a lugar nenhum. Comecei a tremer e a pedir para voltarmos, pois olhava para o lado e estávamos à beira de um precipício imenso, a não sei quantos kilometros de altura. Não se via nenhum movimento, estrada deserta. De repente, aparece um carro no sentido contrário, mas a estrada era tão estreita que não dava para passar os dois. Tivemos que encostar bem no paredão, para dar passagem, pois não havia espaço para manobrar. A sorte é que adiante vimos uma luz de uma pequena taverna e paramos para nos informar e com a ajuda do mapa o dono do estabelecimento (não tinha uma alma penada lá), que só falava grego diga-se de passagem, nos indicou o meio de sairmos dali. Já pensou se a gasolina faltasse?? nem é bom lembrar…

Mas graças a Deus, encontramos logo essa saída e começamos a descer um labirinto desse desfiladeiro, cruzando com cabras com os sinos badalando no pescoço. Isso é suficiente para acelerar a pulsação de qualquer um!

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